
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
(not yet) a home sweet home
Depois de algumas horas passadas em frente ao computador, a navegar pelo terrível mundo imobiliário, informo os (estimados) leitores deste (estimado) blog de que estou prestes a convulsivar efusivamente em cima deste teclado em que escrevo.
A razão do terrível decréscimo do meu (novo) limiar convulsivo é simples: ou me aparecem casinhas de sonho, como a da foto (da qual eu serei proprietário certo quando trabalhar para a corporacion dermoelástica) e que, modestia à parte, encaixava que nem um fato de corte italiano da Boss na minha igualmente modesta pessoa, ou então, surgem-me outros "imóveis" , onde realmente o bom gosto e o decoro se "imobilizaram" algures no tempo perdido da peste bubónica, em que nem a mais reles das criaturas rastejantes gostaria de passar mais do que 2 minutos da sua já curta e miserável vida.
Como tal, resta-me suspirar (suspirei agora mesmo) e sonhar com aqueles ditos cujos fatos, que eu, de facto, um dia usarei quando estiver a abrir a porta da dita cuja casa, após um dia estafante passado a brincar aos médicos, num serviço de saúde ou corporacion perto de si. Por falar em fatos...KA-CHING!!
PS. o que vale é que, mal ou bem, até vou sendo feliz, assim com jeitinho e de vez em quando.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
O mundo e as ideias de secura

deus como uma ideia de si próprio. A propósito do post de Carlos Vidal, que vale bem a pena ser lido e treslido."Confesso que estava a adorar ler o seu texto, Carlos Vidal, até ao fim do primeiro parágrafo, mas depois fiquei abismado, pla forma, enfim “seca”, como se refere ao suposto ateísmo, ele também seco, e pela forma como minimiza e relativiza estas questões.
Vou dar-lhe então a minha opinião pessoal. Obviamente que o sagrado existe, nem consigo conceber um mundo sem a ideia do sagrado e do profano…mas creio que se engana redondamente ao eleger a ideia do sagrado como o adversário do ateismo, até porque não existem adversários….Chama secos a quem não reconhece deus como deus, quem não lhe atribui qualquer significado que não o meramente histórico, ou aquilo que ele representa, enquanto ideia que é (para mim está mais do que claro que deus e toda a circunstância do divino existem, no ambito meramente das ideias, são o produto, complexo, de uma intensa actividade neuronal, que foi surgindo, à medida que o Homem se cerebralizou). Creio por isso que deus, ou melhor, a ideia de deus, é fruto necessário da evolução dos sistemas nervosos ditos superiores. de reparar que, aparentemente, todo o ser vivo dotado de sistemas neuronais menos complexos, aparentemente, não tem a ideia desta coisa que é o divino. O que me custa perceber, carlos, e isso não entendo mesmo, é como se apelida de “seca”, uma visão do mundo que se pretende descolada das ideias do divino, que a par da ideia da existência de deus, pretende uma naturalização dos fenómenos, uma explicação que, ela propria, surge e se submete ao rigoroso crivo da prova. Este descolamento do divino, não é um atentato ao divino, per si, em minha opinião, e essa acho que que foi a falácia que cometeu.O que se pretende é o afastamento das visões puramente “esfumadas”, puramente acentes em ideias, sucessões de ideias, encadeadas e que foram passadas ao longo de milénios, passadas, alteradas, radicalmente alteradas ao longo da história,ideias plasmadas em livros “sagrados” que não são mais do que importantíssimas obras de literatura e romance… ideias essas que pariram, na actualidade, um deus novo. O deus de hoje, não é o deus de ontem, nem o deus de há 3000anos…o deus de hoje, que lhe dão a conhecer, ou pretendem dar, foi construido,e sabe bem o carlos onde. A ideia do divino, o divino que todos os dias se lhe apresenta, é um divino construido, é um divino seleccionado, é um divino “comercial”. esta ideia de deus, e deus, ele próprio, não poderiam estar mais longe um do outro. E creio que a falacia aqui, desta vez não sua, mas do ” todo social religioso”, é que não reconhecemos a diferença, nem distinguimos aquilo que é o divino, enquanto matéria prima, e a sua ideia, sobre a qual nos regemos e a partir da qual pretendemos, levianamente, apelidar de “seco” todos aqueles e aquelas que vêm nisto, exactamente o que é, uma ideia concebida, arquitectada, com propósitos que enfim, desconheço.
As palmiras, caro carlos, são absolutamente necessárias. As palmiras, carlos, não são “secas” ,pelo contrário, apresentam-se ao mundo por via da prova,correndo o risco de, pela prova, se molharem… e isto, este risco que todos os dias a ciencia corre (o risco da molha) é produto do seu próprio rigor. A ciência é rigor e exige rigor a tudo o que ela própria produz. A ciencia é mãe e madrasta de si própria…ao contrário, muito pelo contrário, as ideias do divino, essas sim, são “secas”, pois que não se molham nem fazem ideia do que isso é, pois que lá permanecem, no campo das ideias, longe de tudo e de todos, descoladas, á parte do mundo, apresentando-se como ideias e não necessitanto de prova, nem de explicação nem de compreensão…elas necessitam somente que nos calemos perante elas. E isto Carlos Vidigal, é a verdadeira secura.
PS. declaração de interesses: sou ateu e homem da ciência e tenho a mais plena convicção acerca do que são as ideias de deus,a noção/ideia do divino, a noção/ideia do sagrado e do profano, e a noção/ideia da religiosidade do ser humano. Tudo isto existe, não o nego…tudo isto são ideias. Fiquei abismado com esta sua frase :”um laboratório onde o leitor é informado rigorosamente sobre o que deve e não deve (pode e não pode) acreditar”…desconhece o que é, para que serve e sobretudo como se faz ciência. Tem a certeza que esta frase é dirigida às “palmiras” como lhe chama?? É que ela parece-me a definição quase perfeita de tudo o resto, menos do “ateísmo seco”. Parece-me a definição major da religiosidade seca"
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
The GAP

quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Naturalmente

A variabilidade intra-específica, substrato sobre o qual actua a selecção natural, é um dos pontos chave da teoria darwiniana. Assim se define que, quanto mais diversa é a população de determinado meio, maior é a hipótese que, de entre tal diversidade, surjam as características que, perante aquele meio, sejam consideradas adaptativas. Mais tarde se acrescentou que esta variabilidade intra-específica, este motor da evolução, é na realidade, uma variabilidade genética, sendo esta ultima asserção um dos pilares do neo-darwinismo.
Como tal, a natureza que gera a variabilidade é a mesma natureza que actua sobre ela, seleccionando aqueles que, perante dado contexto, possuem as características que lhes permitem uma melhor adaptação...quem sobrevive não é necessariamente o mais forte, mas sim o mais bem adaptado ao meio. O papel do meio, para Darwin, é também essencial. O meio natural gera pressões selectivas sobre a biodiversidade, e essas pressões selectivas são diferentes, dependem do contexto...determinadas espécies que estão bem adaptadas sobrevivem e reproduzem-se, espalhando na natureza os genes que, a elas próprias, conferiram vantagens adaptativas.
As teorias darwinianas não nasceram espontâneamente, não foi uma ideia maravilhosa que se instalou de repente. Ela teve o contributo mais que decisivo da geologia, que deu a Darwin, o período de tempo que ele achava necessário para se consumar a evolução... e nasce, também em geologia, a ideia de que o planeta sofre uma série de transformações, lentas e graduais, ao longo de muitos milhares de anos, em contra posição às teorias catastrofistas, afirmando que a evolução se dá por rupturas abruptas do equilíbrio natural prévio.
Como bem disse Dobzhansky "nada em biologia faz sentido a não ser à luz da evolução"
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
A prova
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Um pequeno interregno por aqui
O autor deste blog, extremamente concorrido e requisitado, (são tantos e tantas que é uma coisa doida, mas eles existem, I know they do), prepara-se para realizar a Prova Nacional de Seriação, para acesso ao Internato Médico, dia 19 de Novembro, pelas 15h, num distrito perto de si.
Prometo voltar soon after that, quanto muito para dizer mal da prova, da ACSS, do ministério da saúde, dos colegas que copiaram descaradamente via PDA´s, do socas, da Celine Dion, do mau tempo lá fora, da Ana Jorge, da Teresa, do Nandes e Nandes, do João, do Pedro, do Luis, dos amores não correspondidos, das dúvidas que corroem a alma, do vai que não vai, do "mas vais-te declarar ou continuar calado?", para falar do "anda lá pra frente, que atrás vem gente" e continuar a dizer mal dos erros hortograficus, das calças que não ficam nada bem no rabo, das pessoas que se opõem à liberdade do amor...certezas só há uma: a de que voltarei, e já sem 500 quilos de harrison sobre os ombros.

domingo, 25 de outubro de 2009
As colourful as I am...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009
The things that accessorize our days.

terça-feira, 20 de outubro de 2009
Em nome da Mãe, da filha e do espírito que as enche...Amén
















